domingo, 6 de janeiro de 2008

Vencendo Batalhas em Cristo

Introdução
Enquanto os céticos são descrentes e seguem o pensamento de que o espírito humano não pode atingir nenhuma certeza a respeito da verdade1, os agnósticos, por sua vez, crêem na possibilidade de haver alguma forma de vida em algum lugar fora da conhecida raça humana.
Em geral, céticos, agnósticos, estudiosos, leigos, dentre outros, desejam descobrir formas de vida em algum lugar do Universo. Os evolucionistas buscam respostas, sem terem em conta que não é por acaso que tudo veio a existir. Deixam de lado a idéia de que, sem dúvida, houve um grande Arquiteto na criação. Tenho certeza de que Ele não criou tão vasto Universo, para que não pudéssemos explorá-lo. No entanto, quando usamos a expressão anos-luz, para medir as distâncias intergalácticas, e a confrontamos com a nossa existência, percebemos o quão breve ela é. Observamos que a ciência humana, em relação à locomoção, ainda está engatinhando, pois mal conseguimos ultrapassar a velocidade do som.
Diante de toda a magnitude do Cosmos, o homem precisa perceber que ele é apenas uma partícula de poeira na imensidão do infinito. Imaginemos o seguinte: se chegássemos a nos
locomover na velocidade da luz, nosso corpo não suportaria e iria desfragmentar-se, virando pó, pelo atrito de tamanha velocidade. Caso conseguíssemos uma maneira de suportar tal impacto, morreríamos de velhice antes mesmo de sair do nosso pequeno quintal de recreação; nem chegaríamos às galáxias vizinhas a milhões de quilômetros anos-luz do nosso planeta.
Como supor, então, que estamos sozinhos no tão imenso Universo? Surgem outras perguntas: para que tudo isso, se não há quem consiga explorar? Será que existem criaturas habitando outros planetas? O que está acontecendo na imensidão do Universo agora? Se existem tais criaturas ou se está acontecendo algo em algum lugar do Cosmos, quem são esses seres? Onde eles habitam? São eles os extraterrestres de que ouvimos falar, os quais conseguem viajar em tamanha velocidade, com corpos capazes de suportar o atrito em velocidades inimagináveis, não sofrem, como nós, a ação do tempo e vivem tempo suficiente para vasculhar o Universo?
Realmente, seria tolice imaginar que estamos sós e ainda pensar que, com nossas limitações, nossa fragilidade e falta de conhecimento, podemos entender esses seres, que são invisíveis aos nossos olhos, mas estão presentes em nosso meio, convivendo conosco no dia-a-dia. Se pudéssemos vê-los, compreenderíamos que eles são muito mais sábios, fortes e evoluídos do que nós; seríamos surpreendidos em descobrir que alguns querem destruir-nos e nos atacam constantemente, e vislumbraríamos as batalhas que se travam com aqueles que são nossos defensores, enviados pelo Maravilhoso, Amoroso e Insondável Deus. Se pudéssemos ver o inefável, como viu o servo do profeta Eliseu, teríamos muitas respostas para nossas perguntas. Somente, assim, a humanidade deixaria de acreditar em vãs filosofias, as quais afirmam que os homens são deuses, importantes, fortes e sábios, e compreenderia que ela precisa muito da ajuda do grandioso Artífice e Arquiteto do Universo, o qual, em Sua infinita sabedoria, criou todas as coisas pelo Seu eterno poder. Humildes e gratos retornaríamos para Ele, pois, mesmo sem merecermos, Ele ainda se importa com Suas criaturas.
O Seu maior desejo é receber-nos com alegria para entregar tudo o que Ele tem preparado para aqueles que O amam. Sim, Ele tem planejado coisas que nossos olhos nunca viram, sons que nossos ouvidos nunca ouviram, e tudo o que o homem não consegue imaginar (1 Co 2.9), em um lugar que Ele separou para todos os que quiserem (Jo 14.1,2). No entanto, é somente pela fé em Jesus Cristo que poderemos ter acesso a tudo o que Ele proveu para nós. Devemos amá-lO não pelo que recebemos dEle, mas, sim, por causa daquilo que Ele é; para isso, é preciso buscar uma comunhão sincera com o Pai. Tomé ouviu o Senhor dizer: Bem-aventurados os que não viram e creram! (Jo 20.29b).
Para explorar o tão extenso Universo, Ele irá munir-nos de ferramentas necessárias, corpo glorioso e vida imortal (1 Co 15.51,52). Basta vivermos em comunhão sublime em nosso viver, agradando-Lhe, para que Ele Se agrade de nós.

Nenhum comentário: